Ó Jesus adolescente, que vivias com o Pai celeste em profunda e filial sintonia, aceita nossa dedicação a serviço da liturgia. Nosso desejo é tratar com respeito, sem preconceito, as pessoas da comunidade, que contam com teu auxílio na difcil caminhada; dá-nos um corçãao repleto de amor aos pobres e simples deste mundo. Alimenta-nos com a tua palavra e com os teus ensinamentos, pois queremos te ajudar, Jesus, a transformar a sociedade, e assim celebrarmos dignamente, com sinais, ritos e movimentos, a salvação que ofereces hoje e sempre em favor da humanidade. Amém!
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sexta-feira, 1 de abril de 2011
História dos Coroinhas
Coroinha (do latim pueri chori, "menino do coro") é uma criança ou adolescente, geralmente do sexo masculino, que auxilia os sacerdotes nas funções do altar.
Em 1994, o papa João Paulo II autorizou que meninas também servissem ao altar; a Encíclica Redemptionis sacramentum prevê essa circunstância. Atualmente, em algumas paróquias a função de coroinha é permitida também às meninas, mas sua autorização deve provir do Ordinário local.
No Brasil, confunde-se "coroinha" com "acólito", todavia, coroinha não é um ministro instituído, isto é, ordenado pelo Bispo, característica do acólito.
Não há concordância. Há os que dizem que termo coroinha vem da antiga celebração da Santa Missa, em que partes do ritual eram cantadas em coro. Ocasionalmente, alguns dos meninos do coro eram solicitados para auxiliar os padres no altar, donde lhes foi dado o nome coroinhas. Outros que a origem do nome se deve ao fato de que os clérigos recebiam a tonsura quando ordenados - símbolo de pobreza e submissão ao Cristo. Era a raspagem do cabelo no cimo da cabeça em forma de coroa. Alguns coroinhas recebiam também uma pequena tonsura chamada "coroa", daí o nome.
Há a tentativa de não usar o nome de acólito para o coroinha para evitar a confusão entre as funções de cada um:
Coroinha (ou acólito extraordinário) - jovem que auxilia nas funções litúrgicas no altar e nas paraliturgias;
Acólito - umas das Ordens menores anteriores ao Diaconato e ao Presbiterado. Além de auxiliar no Presbitério e nas paraliturgias também coloca e retira o Santíssimo Sacramento do cibório, píxide ou ostensório durante a cerimônia de Adoração ao Santíssimo Sacramento.
As vestes litúrgicas do coroinha em geral seguem alguns padrões:
Batina de cor vermelha, branca, marrom ou bordô, com sobrepeliz branca;
Túnica branca.
O Padroeiro dos coroinhas é São Tarcísio, jovem mártir romano dos primeiros séculos da Era Cristã. Alguns consideram também Santa Maria Goretti como padroeira das meninas coroinhas. E há também uma corrente que atribui modernamente a São Domingos Sávio (também padroeiro dos adolescentes) o título de padroeiro dos coroinhas.
Belíssimo Texto sobre a Santa missa
Que seria da humanidade sem o Santo sacrifício da missa? Certamente um caos, um neblina densa, um povo sem rumo nem destino, um deserto descampado onde a graça e a misericórdia de Deus não se fariam presentes.
A mão de Deus ainda sustenta este mundo por conta das missas que a ele são oferecidas. Pois ao olhar Deus do céu para esse mundo e contemplar sobre o altar novamente seu filho oferecendo-se por nós como vítima pura e inocente, agora não mais pregado no lenho da cruz, mas, nas santas e castas mãos dos sacerdotes onde se atualiza o Sacrossanto mistério da paixão, morte e ressurreição, o seu coração se compadece de nós pecadores e a sua graça desce como uma torrente sobre a humanidade.
Aliás quem é o sacerdote na celebração da Santíssima Eucaristia? Ele é o próprio Cristo, age In persona Christ, assim sendo, Cristo é ele mesmo: o sacrifício, e quem o oferece. Portanto, que ser humano neste mundo, poderia oferecer tão grande dádiva ao Pai que se comparasse a santa Missa? Nem as mais belas orações já compostas ao longo de todos os séculos da história poderiam agradar mais a Deus que o santo sacrifício da missa.
Nossos sentidos limitados não alcançam tal esclarecimento, mas nossa fé transpassa o “cronos” e alcança o tempo de Deus na missa que é o “Kayrós”. Assim sendo ao comungarmos o mistério da nossa redenção, o nosso espírito torna-se um com Cristo, e já aqui em nossa carne mortal podemos experimentar as delícias e as alegrias do céu e dizer verdadeiramente como o apóstolo São Paulo: “Já não sou eu que vivo, mas Cristo que vive em mim”.
Ao participarmos da missa nós devemos ser outro São João e outra Virgem Maria, que adoravam ao Senhor aos pés da Cruz e a ele se uniam em sacrifício, pois esse é o real sentido desta sublime celebração. E quando conhecemos o Senhor na Eucaristia e experimentamos a doçura que é estar na sua presença e ser um com ele, devemos tomar o exemplo de Santa Maria Madalena e anunciar a todos: “Eu vi o Senhor!”
Rezemos pois todos nós, pelos nossos sacerdotes que eles tenham um ardor em celebrar a santa Missa, para que sua oferenda seja aceita por Deus como foi a de Abel, e suas almas transfiguradas em Cristo, só assim o mundo será salvo!
Amem a missa!
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